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Património Edificado do Concelho
 
Estádio 1º de Maio: IIP, construído em 1950. Estação Arqueológica de Santa Marta das Cortiças: IIP, em Esporões. Castro do Monte da Consolação: IIP, em Nogueiró. Povoado fortificado da Idade do Ferro/época romana. Mosteiro de Tibães: IIP, antigo mosteiro beneditino; o actual conjunto, constituído pela igreja, torres e cerca, data do séc. XVIII; Cruzeiro de Tibães: MN, construção do séc. XVII, ambos em Mire de Tibães. Santuário do Bom Jesus do Monte: IIP, na freguesia de Tenões. Conjunto constituído pelo Santuário, escadório, capelas e pórtico. O actual Santuário, concluído em 1784, implantou-se no local onde em 1494 se erguera uma ermida, reconstruída no séc. XVI. Elevador do Bom Jesus do Monte: IIP. primeiro funiculart construído na penínhsula Ibérica. Trata-se de um ascensor composto por duas cabinas independentes montadfas sobre carris assentes, ligadas por cabo de aço, servindo de cnprapeso uma à putra através de um depósito de água. Igreja de Santa Eulália: IIP, na freguesia de Tenões. Pequeno templo românico, com um portal de arco quebrado. Igreja de São Salvador: IIP; o templo original, românico, sofreu profundas alterações no séc. XVIII. Casa de S. Brás da Torre: IIP, ambos na freguesia de Figueiredo. Capela de S. Frutuoso: MN, na freguesia de Real. É um exemplar único da arte romano-bizantina em Portugal. Foi construída entre 650 e 665, com o nome de S. Salvador de Montélios. Terá sido reconstruída no séc. X ou XI.
 
Património Edificado da Cidade
 
No Rossio da Sé, encontra-se a Catedral ou Sé: a classificação de MN engloba os túmulos do Conde D. Henrique e D. Teresa, do Infante D. Afonso e dos arcebispos D. Gonçalo Pereira e D. Diogo de Sousa. Este templo de raiz medieval sofreu muitas alterações ao longo dos tempos; o Museu da Sé ; e o Monumento Evocativo aos Arcebispos, erguido em 2001. Na Rua de N. Sra. do Leite, situa-se a Casa dos Paivas ou Casa da Roda: IIP, edifício quinhentista, foi porventura até 1897, a última casa dos expostos de Braga. No Largo de S. Paulo, os monumentos mais representativos são a Igreja do Seminário de S. Paulo (Igreja do Colégio): de estilo jesuítico quinhentista, ressalta a depuração da fachada, como contraponto do barroco exuberante do seu interior, onde sobressai a magnífica talha dos altares; e o Oratório de N. Sra. da Torre (Torre de Santiago): adossada à porta sul da muralha medieval, deve-se a sua transformação em oratório, à devoção do povo de Braga a N. Sra. da Torre, que teria poupado a cidade às devastações do grande terramoto de 1755. Junto deste local, no Largo de Santiago, encontra-se o Domus de Santiago - Museu Pio XII: vestígios de uma habitação, inserida na área rica de Bracara Augusta. Este Peristilo (colunata que circunda um pátio interior), localiza-se no interior deste Museu de cariz arqueológico. Igreja de Santa Cruz: construção iniciada em 1628 e concluída em 1757 (frontaria), constitui um dos mais interessantes e belos exemplares da arquitectura Barroca religiosa bracarense e Igreja do Hospital (Velho) de S. Marcos: a classificação de IIP refere-se à fachada principal do hospital e à igreja (de estilo neoclássico, desenhada por Carlos Amarante, nos finais do século XVIII). Do edifício quinhentista primitivo, apenas subsiste o claustro. Ambas no Largo Carlos Amarante. Nas Ruas de S. Lázaro e do Raio, destacam-se o Palácio do Raio: a classificação de IIP refere-se à fachada e à escadaria. Foi construído em 1754, por André Soares e é um dos exemplares mais representativos do barroco; e a Fonte do Ídolo: MN, santuário rupestre da época romana, um dos mais importantes do género na Península Ibérica. Segue-se a Av. da Liberdade, com o Theatro Circo  e os seus Edifícios do Extremo Nascente: congrega o conjunto mais notável de fachadas de edifícios urbanos civis da cidade, dos princípios do século XX, que se relacionam harmoniosamente num vislumbre de arte nova. Na Av. dos Combatentes encontram-se a Igreja e Convento dos Congregados: IIP, o convento data de 1687, o desenho da magnífica fachada da igreja, datável de 1761, é atribuído a André Soares, assumindo-se no dizer do especialista Robert Smith, como "a obra mais emocionada do artista"; a Casa Rolão: IIP, projecto de André Soares, em que sobressai a beleza e harmonia da fachada "rocaille" e o Monumento ao Papa: monumento evocativo a sua santidade o Papa João Paulo II, erigido em 1987, para assinalar a visita deste Papa a Braga em Maio de 1982. Na Av. Central é possível ver o Recolhimento de Santa Maria Madalena ou das Convertidas: IIP e o Museu Nogueira da Silva, a Praça da República: espaço ocupado a partir do séc. XVI, transformou-se em meados do séc. XIX, devido à criação do "jardim público", no sítio central da cidade e a Fonte Cibernética. Próximo daqui, no Largo de S. Francisco, encontra-se a Torre de Menagem: MN, única construção que restou do antigo Castelo de Braga, que compreendia toda uma magnífica cidadela medieval e a Igreja dos Terceiros. A Praça Conde de Agrolongo, ou “Campo da Vinha”, designação que remonta ao séc. XIV, conheceu em 1997, um profundo processo de recuperação urbana, transformando-se num espaço para uso e fruição exclusiva de pessoas. O Jardim de Santa Bárbara, na Rua Justino Cruz, é o jardim público da cidade, verdadeira montra da arte de jardinagem. A denominação advém-lhe da formosa estátua que encima a Fonte, colocada no centro do jardim. A Rua do Souto assume-se como o coração de Braga – Capital do Comércio. Na Rua de São Marcos, a Casa dos Crivos (Casa das Gelosias, actual Espaço Cultural da CM de Braga): modelo único de um estilo arquitectónico urbano civil típico e dominante em Braga nos séculos XVII e XVIII, e que reflectem o clima de fervor religioso da época, através das gelosias que cobriam as portas e as janelas.
Segue-se a Casa dos Coimbras (no Largo de Santa Cruz): restam hoje da primitiva casa quinhentista, algumas janelas em estilo manuelino, que sobreviveram à demolição ocorrida em 1906. O edifício actual foi construído em meados do século passado. Próximo deste, no Largo S. João do Souto, a Capela de N. Sra. da Conceição (Casa dos Coimbras): MN, de provável origem românica a capela de traça gótica que hoje conhecemos remonta a 1525; as Ruínas Romanas (no edifício ocupado pelas Frigideiras do Cantinho): vestígios de uma estrutura habitacional do período romano, da qual nos é ainda permitido, visionar um conjunto de compartimentos, dispostos ao longo de um corredor central e a Casa do Passadiço: o seu peculiar nome advém de uma passagem pública que se fazia através dos seus domínios. A fachada setecentista encerra um admirável e original trabalho de cantaria a nível das guarnições dos vãos. O Largo do Paço, definido pelo alçado sul do Paço Arquiepiscopal: IIP (actualmente convertido em Biblioteca Pública, Arquivo Distrital e onde funcionam os Serviços da Universidade do Minho) e pela Rua do Souto, é um dos mais encantadores recantos da cidade. Colocada no centro a Fonte ou Chafariz dos Castelos, foi mandada fazer pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles em 1723, afirmando-se como um dos mais belos e conhecidos chafarizes de Braga. A Igreja da Misericórdia, na Rua D. Diogo de Sousa, é IIP; edifício do séc. XVI, destacando-se no interior a cobertura da nave, com 35 painéis de madeira pintada, o retábulo e a sacristia. A Praça do Município (de grande interesse historico-arquitectónico) alberga o Paço Episcopal: IIP, o actual edifício foi reconstruído em 1930 sobre as ruínas do antigo Paço Episcopal, demolido em 1871; o Edifício da Câmara Municipal de Braga: uma obra de André Soares, iniciada em 1754 e concluída em 1865; e a Fonte do Pelicano: de características assumidamente barrocas, é um magnífico exemplar das Fontes Monumentais de Braga. Retomando a Praça Conde Agrolongo, aqui se situa a Capela do antigo Convento do Salvador: IIP, pequeno templo seiscentista, onde se destacam os azulejos do séc. XVII, o tecto com quarenta caixotões pintados, a capela-mor e o púlpito do séc. XVIII; o Solar dos Macieis Aranha: IIP, casa brasonada do séc. XVIII, anexa à qual existem duas casas de traça setecentista que proporcionam um harmonioso sentido de conjunto e a Igreja e Convento do Pópulo: IIP, o templo original, do séc. XVII, foi reconstruído no séc. XVIII, altura em que se acrescentou o Convento. O Palácio dos Biscaínhos, Museu na rua com o mesmo nome, é um imóvel urbano do século XVII, que recebeu ao longo do século XVIII, profundas impregnações do Barroco. Logo depois, a Fonte do Campo das Hortas: erguida no Campo de Sant’Ana, em finais do séc. XVI ou início do séc. XVII, foi depois desmontada e colocada neste local; e a Casa Grande das Hortas: IIP, edifício armoriado, datável de finais do século XVIII.
Arco da Porta Nova: MN, o actual arco data de 1772/73 e assinala o local onde se situava uma das portas da antiga muralha, aberta em 1512. Também no Largo da Porta Nova, o Museu da Imagem; segue-se a Praça Velha. A sua origem remonta ao século XVI, tendo recebido em 1998 uma acção de profunda renovação urbanística. O diversificado mas interessante casario (em franca recuperação) que a delimita e a proximidade da Porta Nova, conferem-lhe uma ambiência histórico-arquitectónico singular e intimista, do qual se pode desfrutar a partir dos restaurantes e esplanadas ali instalados. O Cruzeiro das Carvalheiras: MN, no Campo com o mesmo nome, é um exemplar seiscentista, também merecedor de atenção a Casa Pimentel: IIP. Por fim, a Rua D. Paio Mendes mantém o primitivo traçado medieval, exibindo um histórico conjunto edificado de construção que marca uma época, onde sobressaem várias casas recuperadas. Merecem ainda atenção as Termas Romanas do Alto da Cividade (Rua Dr. Rocha Peixoto).
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