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Património Edificado

Fortaleza: MN, com 5 km de perímetro amuralhado, oferece um dos maiores e mais bem conservados cascos históricos da Europa. Igreja de Santa Maria dos Anjos: templo românico, do séc. XIII, no seu interior conserva cinco retábulos em talha polícroma de estilo neoclássico e barroco. Igreja da Colegiada de Santo Estevão: templo românico do séc. XIII, com reconstrução neoclássica, foi sede da antiga colegiada de Santo Estevão. A cadeira episcopal em estilo gótico-mudejar, os painéis de S. Vicente, os cadeirões da antiga colegiada, o quadro da Virgem do Leite, são testemunhos únicos de tempos gloriosos. Capela Militar do Bom Jesus: do séc. XVII, conserva uma pequena imagem de N. Sr.ª do Carmo. Capelas do Senhor do Encontro (séc. XVIII) e da Misericórdia (séc. XVI). Paiol do Açougue: do séc. XVIII, armazém militar retangular, envolvido por muro alto com portal entre pilastra e Paiol do Campo de Marte: do séc. XVIII, edifício de estrutura reforçada para armazenamento de explosivos e/ou munições. Portas da Coroada: do séc. XVII, é a principal entrada na fortificação. É uma porta em arco de volta perfeita altamente fortificada que permitia encurralar o atacante no interior. Marco Miliário Romano: IIP, do séc. I D.C.; marca as 42 milhas de distância de Braga a Tui. Cortinas de S. Francisco: sala de armas da fortaleza, a nascente, junto aos baluartes de S. Francisco e do Faro. Palácio do Governador Militar: albergou também a aula real de artilharia de Valença. Antiga Domus Municipalis: do séc. XIV, destacam-se as abóbadas em tijolo burro e as suas arcadas. Fonte da Vila: localizada extramuros, é de origem medieval, renovada no séc. XVIII. Estátua de S. Teotónio: na coroada, em frente à Capela Militar do Bom Jesus, homenageia o primeiro santo português, natural de Valença. Casa do Eirado: das mais antigas da fortificação. A janela da Casa do Eirado é uma das primeiras marcas do estilo arquitetónico manuelino português. Casa Toga: localizada na Praça da República, com as suas casas setecentistas, onde sobressaem as fachadas em azulejos portugueses.

Igreja e Convento de Nossa Senhora de Mosteiró: templo românico, em vias de classificação, em Cerdal. Convento de Ganfei: IIP, com origem românica, sofreu alterações no séc. XVIII. A classificação abrange o claustro e elementos arquitetónicos existentes na cerca. Situa-se em Ganfei. Igreja do Mosteiro de Sanfins: MN, templo românico, em Sanfins. Portal da Quinta do Crasto: IIP, portão de grandes dimensões, do séc. XVIII, em Friestas. Ponte da Pedreira: construção medieval, com alicerces de provável origem romana, em Cerdal. Pelourinho de Telheira: IIP, em Verdoejo. Gravuras Rupestres: Valença possui um dos mais importantes núcleos de gravuras rupestres da Península Ibérica, com 115 gravuras inventariadas, localizados sobretudo em Taião, Gandra, Sanfins e Verdoejo e que apresentam os mais diversos motivos.

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